sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Donos da Mídia


No Brasil 5 grandes grupos controlam o sistema de mídias (Globo, Band, SBT, Rede TV e Record). A Globo, o maior dentre todos eles, controla 340 veículos de comunicação. Essa concentração de poder vai contra os ideais democráticos que deveriam nortear nossa sociedade. Compromete significativamente o essencial pluralismo das fontes de informação!
O Projeto Donos da Mídia traçou um mapa da comunicação social onde "reúne dados públicos e informações fornecidas pelos grupos de mídia para montar um panorama completo da mídia no Brasil." Lá "estão detalhadas diversas informações sobre os seguintes tipos de veículos: emissoras e retransmissoras de TV; rádios AM, FM, Comunitárias, OT e OC; operadoras de TV a cabo, MMDS e DTH; canais de TV por assinatura; e as principais revistas e jornais impressos."
Cruzando dados da Agência Nacional de Telecomunicações com a lista de prefeitos, governadores, deputados e senadores de todo o país para mapear quais deles são proprietários de veículo de comunicação descobriu-se que 271 políticos são sócios ou diretores de 324 veículos de comunicação. Vale salientar que isto é inconstitucional!
O assunto é posto em destaque depois que a Argentina aprovou uma nova lei de radiodifussão. A nova lei proíbe que uma rede tenha abrangência nacional (limitando-a a 30% do território nacional); proíbe que uma emissora tenha ao mesmo tempo canais de TV aberta e fechada; divide o bolo das concessões em 33% para empresas privadas, 33% para organizações da sociedade e outros 33% para canais governamentais; 60% do conteúdo exibido tem que ser nacional; limita de 24 para 10 o número máximo de concessões que cada grupo empresarial pode ter. A lei foi aprovada pelos deputados e segue para o senado.
Sem ingenuidade, o principal prejudicado com a lei de radiodifusão será O Clarín, principal grupo de mídia argentino, opositor ao governo Kirchner e que terá que se desfazer de parte de suas empresas para se adequar a nova lei. Atrás de uma aparente boa intenção tem muita articulação política. A lei foi aprovada pelos deputados numa sessão a noite com a oposição reclamando e ameaçando recorrer a justiça para a anulação da decisão.
É claro que uma lei como essas no Brasil causaria uma revolução gigante na radiodifusão. Para os grupos que dominam a mídia não é nada interessante uma lei com esse teor sendo aprovada num país vizinho. Vai que essa ideia comece a se ramificar por essas bandas? Como os grupos de mídia não são bestas nem nada, já se articulam para criticar. Ontem (17/09) Arnaldo Jabour saiu em defesa de seus patrões, fazendo suas costumeiras crônicas no Jornal da Globo, onde descia o pau na lei argentina sem ao menos dizer o teor da mesma. Uma crítica gratuita que só engole quem quer. Acho que algo parecido está muito longe de acontecer no Brasil, mas não custa nada começar a pensar no assunto.

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Novidades do Thom York e Radiohead

Em varias entrevistas Thom York e os demais integrantes do Radiohead tem afirmado buscar uma nova forma de produzir e distribuir músicas. O In Rainbows, último album deles, foi revolucionário quanto a distrubuição deixando por conta dos ouvintes dizer quanto valia o trabalho. O disco foi um sucesso de crítica e apesar de poucos dados a respeito do faturamento da banda com o mesmo, parece ter sido um sucesso também de vendas.
A estratégia do Radiohead agora parece ser deixar de lado o formato tradicional ( lançando álbuns longos e que, segundo a banda, demandam muita energia em estúdio) para lançar músicas aos poucos, em formato de EPs. E assim está sendo. Nos últimos dois meses duas músicas foram disponibilizadas para dowload na internet. A banda diz que tem mais coisas sendo finalizadas para lançar em breve. Essa parece mesmo a tendência.
Deixando um pouco o Radiohead de lado, Thom York continua em sua carreira solo lançando mais músicas. Ele anda tocando as novas canções nos shows que vem fazendo pela Europa.
Abaixo seguem os videos das novas músicas do Radiohead e da carreira solo de Thom York:

These Are My Twisted Words


Harry Patch (in memory of)


The Present Tense

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Pandemia ou conspiração?

A gripe suína, pandemia que está na moda e é manchete todos os dias nos jornais e tvs, nunca me convenceu. De uma hora para outra um vírus se alastra com potencial avassalador que pode culminar na morte de milhões de pessoas ao redor do mundo. Um enredo bastante interessante para uma produção Hollywoodiana. Mas a vida não é um filme e a gripe suína não me parece o bicho de sete cabeças que estão tentando nos fazer acreditar que é.
Semana passada, durante o campeonato brasileiro, centenas de torcedores receberam máscaras para poderem acompanhar uma partida de futebol num estádio do sul do país. Escolas e Universidades estão suspendendo as aulas ao mínimo sinal da gripe. A paranóia se espalha pela sociedade, abalizada por Willian Bonner e um Jornal Nacional (bem como tantos outros meios de comunicação) que insistem em nos "alertar" sobre a gripe.
O Estado também se engajou na campanha e alimenta a indústria publicitaria elaborando propagandas que vemos o tempo todo na TV. O Governo liberou R$ 141 milhões para gastar em propaganda para informar a população sobre a gripe. Sustenta a indústria farmacêutica comprando medicamentos que provavelmente nunca serão usados. Está meio óbvio quem lucra com isso, né?
É exatamente o que o documentário de Julián Alterini e Joaquín Arrieta tenta nos mostrar. Talvez haja algo podre por trás desta "pandemia". Talvez a gripe suína tenha sido apenas "fabricada" por corporações ávidas por lucro. Ou talvez isso seja apenas mais uma teoria de conspiração. Veja o vídeo e tire suas conclusões. E espero que quando eu pegar o AH1N1 tenha Tamiflu nas farmácias!

Operação Pandemia

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Santa Cruz no fundo do poço

Enfiado em dívidas e fora de qualquer divisão do campeonato Brasileiro de futebol, definitivamente o Santa Cruz chegou ao fundo do poço. Em quatro anos de gestões incompetentes o Santinha caiu vertiginosamente da serie A (onde fez a pior campanha de todos os tempos em campeonatos brasileiros) para serie D.
Sobre a presidência de Fernando Bezerra houveram muitas promessas de reerguer o Santa Cruz. A Federação Pernambucana de Futebol até tentou dar uma ajudinha com a modificação controversa do formato da campeonato Pernambucano, mas não foi suficiente. Com um elenco ruim e uma direção questionável o Santa fez um campeonato Pernambucano mediano e decepcionou na serie D. Num grupo onde figuravam o Centrel-PE, o Sergipe-SE e o CSA-AL, o time terminou em último.
Além do prejuízo para o próprio clube (afinal de contas o time fica no mínimo quatro meses sem jogar, tem que disputar vaga para a serie D do ano que vem e soma uma dívida astronômica) perde também o futebol de Pernambuco que terá um campeonato Pernambucano em 2010 fraco com um santa Cruz tentando se reerguer novamente
Isso tudo sem falar na torcida do Santa Cruz, provavelmente a segunda maior do estado, e que deve estar até agora atordoada com a situação de seu querido time. Ninguém sabe quais os rumos que o Santa Cruz vai tomar e acho que poucos vão se arriscar a apontar um caminho, quanto mais assumir o clube nesse estado. Espero que eu esteja errado, para o bem do Santinha e do futebol de Pernambuco.


João da Costa e a nova lei de publicidade

No dia 29 de dezembro de 2008, ainda na gestão de João Paulo a frente da prefeitura do Recife , foi sancionada a lei n°17.521/2008 que "estabelece normas sobre a veiculação de anúncios e sobre o ordenamento da publicidade no espaço urbano". Ficou por conta de João da Costa, sucessor de João Paulo, por em prática a tal lei.
João da Costa, cheio de boas intenções e visivelmente mal assessorado tenta na marra por em prática uma lei que claramente não foi bem elaborada. Na ânsia de mostrar serviço e desvincular sua imagem da do antigo prefeito João Paulo (algo que foi muito bom durante a campanha para prefeitura mas que se mostra um problema hoje) ele coloca a fiscalização nas ruas sem uma campanha educativa de verdade para esclarecer dúvidas dos lojistas. A Comissão dos Dirigentes Lojistas, que ficou responsável por essa tal "campanha educativa" diz que alertou todos os empresários da cidade, mas nas ruas não é isso que se escuta.
Transformar o Recife numa cidade urbanisticamente disciplinada não é tarefa fácil muito menos popular. As multas para as irregularidades no caso das publicidades (placas, outdoors, faixas, toplights) giram em torno de R$5000. Os empresários já estão chiando. O que deveria se tornar a marca dessa nova gestão, uma cidade mais bonita e organizada, pode ser um tiro no pé do prefeito comprometendo seriamente uma possível reeleição.
Soma-se a esse novo problema o fato da relação ruim desenvolvida por João da Costa com os servidores. Nesses poucos meses de governo ele já escutou muitas reclamações e ameaças de greves. Há ainda o problema do lixo, que aos poucos vem a tona e parece um escândalo em potencial no qual o Ministério Público busca explicações e a prefeitura vai tentando sem sucesso esquivar.

quarta-feira, 29 de julho de 2009

Radiohead

Finalmente eu achei o Bodysong, álbum solo de 2003 do genial Jonny Greenwood, guitarrista do Radiohead. Falando em Radiohead, segue uma lista de alguns sites relacionados a banda. Se você curte o som vale a pena conferir!

Dead Air Space - Site oficial do Radiohead

Projeto Rain Down - "projeto colaborativo entre fãs do Radiohead para a realização de um DVD do show realizado pela banda no Brasil. A edição é toda feita com vídeos amadores gravados por pessoas que estavam lá ou publicaram conteúdo em sites como Youtube."

Radiohead - Para download de cds, singles, tributos, fotos, vídeos, shows da banda. Notícias e Entrevistas também serão postadas para o público aqui.

58 hours - Banco de dados com setlists, numero de execução de músicas e mais um monte de informações sobre a banda.

domingo, 26 de julho de 2009

De nós dois

Olhos vidrados, a boca seca
E a nossa vida feita em pedaços
De prazer, espalhados
Escondidos entre ares
De mistério e suspense
Desafiando e sendo desafiado
Morrendo e sendo ressucitado
Rindo, sentindo, gemendo
Dor, carinho, veneno
Guardado na memória
Lembranças desnecessárias
De nós dois

quinta-feira, 11 de junho de 2009

Considerações sobre o futuro na DIRCON

É verdadeiramente louvável a iniciativa da DIRCON em proporcionar capacitações e treinamentos aos Fiscais de Controle Urbano. O mais proveitoso dessas “aulas” no meu entender foram os debates onde foram levantados muitos dos problemas práticos encontrados pela fiscalização. E problemas não faltaram.

Também foi muito interessante ver a maneira passiva com que são encarados esses problemas. Modificações nas legislações, reforma nas estruturas físicas das regionais, valorização do trabalho de fiscalização, modernização de um sistema de informatização defazado; tudo isso colocado claramente em cima da mesa, mas visto de forma que parece ser algo muito difícil de ser alcançado. Confesso que é desestimulante ver pessoas na direção de um órgão que tem ciência das dificuldades enfrentadas por todos e tentam tapar o sol com a peneira.

Na última reunião, onde todos os Fiscais de Controle Urbano e os Assistentes Técnicos de Controle Urbano estiveram, talvez o fato mais importante tenha sido o espaço que foi dado aos representantes da AFOUEPE, bem como a outros funcionários que questionaram métodos e estratégias e acabaram por descortinar para aqueles que ainda não tinham ciência as deficiências da máquina que é a DIRCON.

É decepcionante saber que na maioria das vezes os protestos não serão nem ouvidos ou mesmo encaminhados a nossos superiores. Ou se vão, acabam sendo tratados com extrema falta de sensibilidade. Um órgão dirigido por uma pessoa que não consegue ficar por toda uma reunião para ao menos mostrar presença e dar esperanças a seus “comandados” de que aquilo tem alguma utilidade, não dá para se levar a sério.

O secretário de planejamento nem se dignificou a ir ao evento, nem mesmo para a abertura, mandando uma assessora com uma desculpa esfarrapada e que acabou não somando muito. Nossa diretora não tem firmeza para levar uma reunião adiante. Foi logo embora para não escutar a inevitável chiadeira. Reclamações legitimas de funcionários esquecidos e desvalorizados a quem não são dadas nem as mínimas condições de trabalho.

A AFOUEPE, através de seu representante Antônio Paixão, ainda na presença da diretora da DIRCON que logo depois foi embora, falou basicamente todas as reivindicações tanto dos novos fiscais quanto dos antigos. As gratificações por produtividade, a lotação “equivocada” dos Assistentes Técnicos, a estrutura física precária das regionais, a falta de respaldo nas ações que deveriam ser executadas para dar credibilidade e valorização ao trabalho da fiscalização, dentre outras.

Depois a politicagem entrou em cena. Um monte de baboseira hipócrita foi despejada em nossos ouvidos com o único intuito de auto-promoção de algumas pessoas que tratam a DIRCON como sua “casa”, no pior sentido que isso possa ter. Pessoas que já tiveram cargos de chefia em outros tempos e nada fizeram em prol da fiscalização. Se gabar de avanços inevitáveis por pressão politica no passado contando com o apoio de amigos da plateia que também só querem defender seus “peixes” é bom demais. Acontece que a plateia não é um rebanho como eles pensam que são.

Depois que o espaço democrático para debates virou palanque político, com direito até a ameaças as pessoas que se contrapunham em ideias contra aqueles que acham que mandam na diretoria, finalmente a parte boa do encontro: o almoço. A prefeitura nos pagou um almoço descente e disso não tenho do que reclamar.

A palestra seguinte veio em tom amenizador, com uma dinâmica de grupo insossa e bem batida fazendo todos no salão rirem para esquecer a canalhice da manhã. A prova é que o palestrante mesmo admitiu mudanças na sua apresentação que acabaram levando a um papo sem própósito algum sobre espiritualidade e gatos sendo jogados na parede, e o debate mais realista acabou por ser deixado de lado. O povo cheio de sono e fazendo a digestão nem se incomodou muito. Eu, infelizmente não estava tão tolerante e acabei por me retirar do recinto.

O balanço desses treinamentos ao longo do último mês e que se findaram nesse encontro geral entre todos os participantes é de que quem decide o futuro da DIRCON deve levar em consideração (e muito!) as necessidades dos responsáveis pela ponta da lança que é a fiscalização. Temos instrumentos legalmente habilitados para nos amparar em nossas reivindicações. A AFOUEPE, me parece, tem alguma experiência nisso e se faz ser ouvida nos momentos em que é solicitada. Mas não é a única, e nem deve ser. É importante que estejamos juntos num grupo que saiba o que quer e que grite nas horas certas.

A política é inevitável, mas a maioria de nossos direitos estão previstos claramente na legislação e não há motivos para não brigarmos. Isto é reconhecido até pela direção e pela Secretaria. Quem quiser se engajar no jogo político em busca de um “lugar ao sol” (um cargo de chefia por exemplo!) tem todo direito, mas antes de tudo devemos procurar por coisas concretas e que não são nada além de nossos direitos.

Quase nenhum nome foi citado aqui para não ferir sentimentos alheios e para que eu não seja processado.

Entre na comunidade do orkut para futuras articulações ou então fique esperando sua produtividade “cair do céu”!!

quarta-feira, 15 de abril de 2009

ME T RÓPOL_E

Numa visita ao MASP esse ano me deparei com a mostra 1000 minutos de 80 países. Micrometragens com no máximo 1 min de duração feitos no mundo todo eram exibidos em diversos monitores espalhados no salão. Eram desde vídeos criados por produtoras com toda a qualidade que você pode imaginar, até aqueles feitos com a câmera do celular. A ideia de tentar contar uma história ou simplesmente deixar a mente fluir em um vídeo de 1 min parece meio absurda, mas é ai que está a genialidade. O esforço de mostrar alguma coisa neste aparentemente parco espaço de tempo faz surgir coisas realmente muito interessantes.

Empolgado com mostra, tratei de entrar no site pra obter mais informações. O Minuto Brasil é uma espécie de youtube, com o objetivo de organizar os tais vídeos de 1 min e estimular sua produção com competições temáticas e regionais. Uma semana depois de sair daquela exposição no MASP algumas ideias floresceram na minha cabeça e resolvi partir para experimentação prática. Resultou no meu primeiro micrometragem e projetos para mais.

O vídeo que segue abaixo é minha primeira experiência em captação e edição de imagens. A coisa toda é meio tosca, a câmera (uma câmera fotográfica de 5 megapixels) é bastante tremida, mas valeu a experiência. Se você acha que 1 min é pouco tempo, tente fazer seu próprio curta. Vai acabar descobrindo, como eu, que 0,5 segundos é quase uma eternidade. Falando sobre o vídeo, trata-se de uma reflexão sobre o tempo numa cidade grande. A trilha sonora é MK1, gentilmente cedida por Tom York e o Radiohead. O vídeo está competindo no Festival do Minuto, sem muitas pretensões é claro.

Lá vou eu rumo ao Oscar!!! :P

ME T RÓPOL_E



quarta-feira, 1 de abril de 2009

Paz verde

O Greenpeace fez um protesto na ponte rio-niteroi hj (01/04) pendurando uma faixa com o objetivo de chamar a atenção o grupo do G20, os líderes mundiais reunidos em Londres! A mensagem: as pessoas e o clima são tão ou mais importantes que a crise financeira.

No jornal da nacional da globo Willian Bonner apresenta um engenheiro que diz que durante as duas horas de protesto o engarrafamento causado pelo greenpeace na ponte causou 5 vezes mais poluição do que se o transito estivesse em seu ritmo normal!

Na maioria das manchetes na internet nem é citado o que estava escrito na faixa. O greenpeace se desculpou pelo engarrafamento em seu blog. O povo reclamou no twitter do engarrafamento. 21 ativistas foram presos. A globo e outros meios de comunicação manipularam a informação e tiraram o foco do protesto. E o movimento ambiental?

Veja os comentários no post do blog do Greenpeace. Interessante a manifestação da população com mensagens de apoio e de descontentamento.

"Mais uma vez eu digo: concordo totalmente com a causa verde, mas é preciso ser mais cuidadoso ao escolher a forma de protesto. Imaginem se outros grupos que lutam por outras causas nobres resolvam fazer esse tipo de intervenção! Além do mais ninguém é obrigado a apoiar esse protesto (lembrem-se, vivemos numa democracia).
Continuem o belo trabalho que vem fazendo, mas com ações realmente pacificas e não violando o direito de ir e vir do povo." Roberto Cauffman

A população deve ser aliada da causa. O pedido de desculpas da ONG foi sincero. Talvez se não houvesse transtorno o protesto não teria a repercussão que teve, mas os comentário de descontentamento com a ação devem ser levados em consideração. Paz verde com um pouquinho mais de cuidado e inteligência.